A historia deveria começar com um:" Eu estava bêbada dando uma de porteira em uma festa". Mas não iria cair muito bem.
Se aquele sofá soubesse falar, eu diria que ele saberia de toda a minha vida. O que não seria tão difícil. Nos primeiros 10 minutos que te conheci, eu já havia te contado mais da metade. Isso me lembrou dos sete copos de palhinha. Não sei como aquele gostinho de menta me deixou tão azeda. Mas me conta, como você pode se aproximar de alguém com a minha historia de vida? louco! Deve ser.
As horas se passaram tão rápido, e só depois me dei conta de que não havia mais ninguém la. Só eu e você, o sofá e a minha historia, o meu broche quebrado e o palito de algodão doce. Não pensei que dali, fosse render tanta coisa. Aquele carinha legal que eu nem conhecia, se tornou o cara mais legal que eu já conheci. As mensagens fizeram da distancia uma enorme saudade, eu queria ter você cara a cara, olhando pra mim dando risada e me dizendo o quanto sou linda, o quanto sou lerda, o quanto sou besta. Foi ai que passou uma menina bem bonita, e falou com você. Eu queria ser aquele piso quebrado no chão que ela tropeçou. Só que eu fui boazinha e deixei a raiva comigo mesma. Hoje eu me arrependo. Não queria que percebesse que estava com ciumes, não de você. Pena que eu esqueci do quanto me conhece bem. E percebeu. E riu. E me fez acreditar que ia ser só meu.
O tempo passou, e nada do sentimento passar. Eu nunca conseguir entender o que é. É carinho. É amizade. É amor, não, não é amor. É querer ter. É querer saber como você esta e poder fazer parte da sua vida. É me sentir bem mesmo estando péssima. É abrir o maior sorriso do mundo só por saber que estou no mesmo lugar que você. É invejar seus amigos, sua família e sua roupa. É querer poder dizer que sinto sua falta. É querer te abraçar e ser jogada la no alto. É saber que nada ainda acabou. Eu deixei você ir embora. E tentei lutar contra a minha dor. Nada adiantou. Eu tinha que te deixar em paz. Então percebi que você não foi. E eu me senti uma mosca presa por uma criança dentro de um copo. Como eu saiu daqui? Pra que lado eu vou? Por onde ir? Estou presa! Não tem espaço. Não consigo mais respirar. Socorro! Tem alguem ai? Me tira daqui!
Puf.
Eu nunca tive mesmo pena daquela mosquinha.
Se aquele sofá soubesse falar, eu diria que ele saberia de toda a minha vida. O que não seria tão difícil. Nos primeiros 10 minutos que te conheci, eu já havia te contado mais da metade. Isso me lembrou dos sete copos de palhinha. Não sei como aquele gostinho de menta me deixou tão azeda. Mas me conta, como você pode se aproximar de alguém com a minha historia de vida? louco! Deve ser.
As horas se passaram tão rápido, e só depois me dei conta de que não havia mais ninguém la. Só eu e você, o sofá e a minha historia, o meu broche quebrado e o palito de algodão doce. Não pensei que dali, fosse render tanta coisa. Aquele carinha legal que eu nem conhecia, se tornou o cara mais legal que eu já conheci. As mensagens fizeram da distancia uma enorme saudade, eu queria ter você cara a cara, olhando pra mim dando risada e me dizendo o quanto sou linda, o quanto sou lerda, o quanto sou besta. Foi ai que passou uma menina bem bonita, e falou com você. Eu queria ser aquele piso quebrado no chão que ela tropeçou. Só que eu fui boazinha e deixei a raiva comigo mesma. Hoje eu me arrependo. Não queria que percebesse que estava com ciumes, não de você. Pena que eu esqueci do quanto me conhece bem. E percebeu. E riu. E me fez acreditar que ia ser só meu.
O tempo passou, e nada do sentimento passar. Eu nunca conseguir entender o que é. É carinho. É amizade. É amor, não, não é amor. É querer ter. É querer saber como você esta e poder fazer parte da sua vida. É me sentir bem mesmo estando péssima. É abrir o maior sorriso do mundo só por saber que estou no mesmo lugar que você. É invejar seus amigos, sua família e sua roupa. É querer poder dizer que sinto sua falta. É querer te abraçar e ser jogada la no alto. É saber que nada ainda acabou. Eu deixei você ir embora. E tentei lutar contra a minha dor. Nada adiantou. Eu tinha que te deixar em paz. Então percebi que você não foi. E eu me senti uma mosca presa por uma criança dentro de um copo. Como eu saiu daqui? Pra que lado eu vou? Por onde ir? Estou presa! Não tem espaço. Não consigo mais respirar. Socorro! Tem alguem ai? Me tira daqui!
Puf.
Eu nunca tive mesmo pena daquela mosquinha.
Eu cheguei atrasada na festa, e você me roubou por mais de 1 hora. Me disse tantas coisas bonitas, fora de logica. Eu viajei pelo simples fato de que, nunca ninguém me disse nada daquilo antes. E me fez chorar de novo, de novo, e de novo. E te odiei. E te beijei. E te fiz acreditar que ia acontecer outra vez.
Você não me ligou, eu não te retornei. Eu te mandei uma mensagem, e seus bônus acabaram. Olho por olho, orgulho por orgulho. E assim se passaram dois meses. Eu já havia me conformado com a ideia de que não tenho mais você. E ponho um pouco de Cássia Eller pra lembrar da nossa historia com pelo menos uma boa trilha sonora.
Você não me ligou, eu não te retornei. Eu te mandei uma mensagem, e seus bônus acabaram. Olho por olho, orgulho por orgulho. E assim se passaram dois meses. Eu já havia me conformado com a ideia de que não tenho mais você. E ponho um pouco de Cássia Eller pra lembrar da nossa historia com pelo menos uma boa trilha sonora.
Eu deixei você ir embora uma vez.. fiz você ir embora da outra vez. E agora? como posso pedi pra ficar. Estou triste. Não porque você se foi. Mas é que essa coisa de ir e vir, acaba com meu coração.
nossa historia iria terminar assim ?
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