sexta-feira, julho 26, 2013
Livre por você
Não quero te transformar em texto, nem querendo eu conseguiria. Você não sabe o quanto é difícil chegar aqui e escrever sobre alguém que eu não quero que vá embora. A dor sempre foi a minha inspiração, isso é fato, então que historia eu vou contar se tudo o que me faz é me por em um balanço só pra não me ver chorar.
Você conseguiu derramar sorrisos e fechar as lagrimas.
O vento no rosto me traz vontade de voar, e a liberdade parece ser tão infinita. Estou no alto agora, você me empurrou mais uma vez. E feito criança eu estava ali, por um momento livre de tudo. Livre ate do desejo de fugir, livre ate da vontade de não voltar. Você me trouxe a paz. Que no contrario todos me traziam dor. E é disso que eu tenho medo. Porque tudo o que vivi sobre os meus erros, você transformou em mim o maior dos segredos.
segunda-feira, julho 22, 2013
The end..
Não consigo nem pensar, as palavras já não cabem mais. Tenho tanto pra dizer, tenho tanto pra escrever, mas as lagrimas escapam e a caneta falha, pondo culpa no papel.
Hoje eu vejo que nada nunca faz sentido. As datas, que foram importantes pra mim, como eu sei que também foram pra você, se coincidiram ate com a data da sua partida. Hoje eu tento guardar em mim todas as boas lembranças que me proporcionou, todos os textos que escrevi, e as palavras que não conseguem sair. Possa ser que um dia eu entenda o porque que você se foi tão cedo, espero que nesse dia, eu já não tenha tanta medo de te ver partir.
Mas é tão estranho, porque de todas as dores que me causou, essa é a única que só você pode curar. Parece que arrancaram um pedaço de mim, quando só o que eu queria era um encontro casual na fila do estacionamento. Você ia sorrir, piscar o olho e partir. Talvez eu te pedisse uma carona pra casa, e você diria que eu moro em uma favela. Talvez você me dissesse que eu te conheço melhor do que você mesmo, e eu te diria que você nunca me enganou. Talvez um dia você lesse todos os textos do meu blog e ficaria se achando porque sabe que a maioria são pra você. Talvez um dia você se ajoelhasse só pra me pedir um beijo e eu te negaria porque só estava me fazendo de "difícil". Talvez um dia eu desmaiasse na sua sala, sua irmã gritaria: Leina esta morta. E você se preocuparia comigo pela primeira vez. Talvez um dia você chorasse, porque eu disse que não queria mais te ver e você me pediria de presente uma ultima vez. Talvez você me ligue 7 da manhã desesperado, perguntando se a historia que ouviu era verdade e de quebra, me pedisse pra voltar. Talvez você me pegasse em casa duas horas antes de uma festa, diria para o carinha ao lado que essa tem dono, e me chamaria pra dançar. Talvez um dia você me trouxesse uma almofada, porque sem coragem nunca disse que me amava, e la estava escrito por você. Talvez a gente brigue em uma festa, o motivo, deve ter sido alguma merda, que nos fez brincar de ser criança outra vez. Talvez, pela primeira vez, você dissesse que me amava, mas que já não suportava viver ao lado de outro alguém. Talvez no final de tudo, o que tínhamos já tinha ultrapassado de tudo, que ate amigos, nos viramos outra vez. Talvez você já tenha feito isso tudo, e eu só queria por um momento lembrar que o mundo, me fez poder amar mais uma vez. É que dói, dói demais. Mas a dor é invadida por um sorriso, que mesmo acompanhado por um pouquinho de culpa, me lembra do passado.
Aquele passado em que eu te avistava la do alto, e você sorria, como quem dizia: Isso tudo vai passar.
Hoje eu vejo que nada nunca faz sentido. As datas, que foram importantes pra mim, como eu sei que também foram pra você, se coincidiram ate com a data da sua partida. Hoje eu tento guardar em mim todas as boas lembranças que me proporcionou, todos os textos que escrevi, e as palavras que não conseguem sair. Possa ser que um dia eu entenda o porque que você se foi tão cedo, espero que nesse dia, eu já não tenha tanta medo de te ver partir.
Mas é tão estranho, porque de todas as dores que me causou, essa é a única que só você pode curar. Parece que arrancaram um pedaço de mim, quando só o que eu queria era um encontro casual na fila do estacionamento. Você ia sorrir, piscar o olho e partir. Talvez eu te pedisse uma carona pra casa, e você diria que eu moro em uma favela. Talvez você me dissesse que eu te conheço melhor do que você mesmo, e eu te diria que você nunca me enganou. Talvez um dia você lesse todos os textos do meu blog e ficaria se achando porque sabe que a maioria são pra você. Talvez um dia você se ajoelhasse só pra me pedir um beijo e eu te negaria porque só estava me fazendo de "difícil". Talvez um dia eu desmaiasse na sua sala, sua irmã gritaria: Leina esta morta. E você se preocuparia comigo pela primeira vez. Talvez um dia você chorasse, porque eu disse que não queria mais te ver e você me pediria de presente uma ultima vez. Talvez você me ligue 7 da manhã desesperado, perguntando se a historia que ouviu era verdade e de quebra, me pedisse pra voltar. Talvez você me pegasse em casa duas horas antes de uma festa, diria para o carinha ao lado que essa tem dono, e me chamaria pra dançar. Talvez um dia você me trouxesse uma almofada, porque sem coragem nunca disse que me amava, e la estava escrito por você. Talvez a gente brigue em uma festa, o motivo, deve ter sido alguma merda, que nos fez brincar de ser criança outra vez. Talvez, pela primeira vez, você dissesse que me amava, mas que já não suportava viver ao lado de outro alguém. Talvez no final de tudo, o que tínhamos já tinha ultrapassado de tudo, que ate amigos, nos viramos outra vez. Talvez você já tenha feito isso tudo, e eu só queria por um momento lembrar que o mundo, me fez poder amar mais uma vez. É que dói, dói demais. Mas a dor é invadida por um sorriso, que mesmo acompanhado por um pouquinho de culpa, me lembra do passado.
Aquele passado em que eu te avistava la do alto, e você sorria, como quem dizia: Isso tudo vai passar.
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